É uma avaliação objetiva, que mede com precisão o desempenho de algumas habilidades cognitivas como atenção, memória, linguagem, pensamento abstrato, capacidade de compreensão entre muitas outras. É um auxiliar no diagnóstico de vários problemas comportamentais, principalmente naqueles com alterações cognitivas.

A partir da avaliação neuropsicológica é possível fazer um mapeamento do funcionamento cerebral em termos de desempenhos reais, ou seja, saber quais são as habilidades cognitivas que estão num nível de desenvolvimento normal, quais estão aquém do esperado e quais estão acima do esperado para a faixa etária da pessoa avaliada. Esse mapeamento cerebral auxilia no planejamento terapêutico (medicamentoso e/ou comportamental) e, portanto, garante resultados mais eficientes.

4 Comentários
  1. Miris

    Olá… meu caso eh muito urgente e estou desesperada…
    Meu marido teve um descolamento de retina e fez cirurgia… tudo correu muito bem. Tenho todas as provas de que ele está enxergando mas ele diz que não ve nada bem luz. O oftalmo e o neuro tbm JÁ descartaram a possibilidade de ele estar cego realmente.
    Ele não está mais sabendo disfarçar mas jura que esta cego… consegimos uma consulta por Unimed empresa com um neuropsiquiatra mas apenas pro dia 28/11. Não acho nenhum especialista… um psicólogo me disse que talvez exista a possibilidade de o cérebro dele o estar enganando/dizendo que ele está cego.. existe isso?
    Mas olha… JÁ flagrei ele fazendo tudo que uma pessoa que enxerga faz. Ele vê cores.. lê… em fim faz tudo mesmo.. mas continua dizer/mentir/fingir que não ve nada. Hã explicação psiquiatra neurológica pra isso? Ou eh caráter mesmo?
    Aguardo resposta urgente.

    • Marina Merlin

      Olá Miris!
      De fato, existem situações psiquiátricas em que a pessoa pode simular determinadas doenças. No entanto, seria muita irresponsabilidade dizer que é isso que está ocorrendo com seu marido sem avaliá-lo. Há condições neurológicas em que a pessoa vê mas não enxerga. Por isso, é essencial que seu marido seja avaliado por um especialista capacitado em alterações cognitivas. Em nossa clínica, a Dra Silvia é a responsável por esses casos, por ser Neurologista e Psiquiatra.
      Caso se interesse, entre em contato para realizar uma agendamento.
      Um abraço,

  2. Cristina

    Bom dia,
    minha filha de 2 anos e 2 meses apresenta em alguns casos um quadro de raiva incontrolável, fica tensa, deixa as pernas e outras vezes os braços duros, com o olhar perdido e não para de chorar. Ela sozinha tem que se acalmar para voltar a ser uma menina normal, como assim se comporta quase sempre. Isto acontece à noite quando não consegue dormir ou de dia quando se contraria a vontade dela. Estamos pensando em autismo, não sei se ele se agrava com o tempo e ela está apresentando recém agora sintomas, pode nos orientar?

    • Marina Merlin

      Olá Cristina!
      Sua filha é bastante nova. Seria importante realizar uma avaliação interdisciplinar para compreender melhor o que está ocorrendo. Muitos fenômenos podem ocasionar crises de raiva, desde fatores ambientais (conflitos familiares, estresse…), até fatores biológicos (doenças, alterações neurológica etc.)

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